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Líderes fecharam acordo durante cúpula em Bruxelas
Os líderes da União Européia concordaram no final de outubro a defender uma “contribuição pública internacional” entre US$ 32 e US$ 75 bilhões anuais até 2020 para financiar o combate ao aquecimento global nos países em desenvolvimento.
O bloco europeu estima que, nos próximos dez anos, os países em desenvolvimento precisarão de US$ 150 bilhões anuais para se adaptar às mudanças climáticas e conter suas emissões de gases causadores do efeito estufa.
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No final dos anos sessenta emergia a Ecodiplomacia, que visa o debate entre os países acerca das questões ambientais de impacto global. Paralelamente e inserido nesse contexto, surge a teoria demográfica conhecida como Ecomalthusianismo. Essa teoria foi defendida pelo Clube de Roma, formado por cientistas, economistas e funcionários governamentais de alto escalão, e baseia-se na idéia de que o sistema global é formado por recursos finitos em acelerado processo de desgaste diante do crescimento populacional e das demandas produtivas do mundo contemporâneo. A lógica é que quanto maior é a população, maior o consumo dos recursos naturais.
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