03.14

O micro gerador eólico pode recarregar baterias e pequenos dispositivos eletrônicos/Fotos: Divulgação
Uma tecnologia pretende revolucionar o conceito de energia eólica já nos próximos anos. Ela se chama Windbelt e, em vez de utilizar turbinas grandes e complexas, usa um pequeno mecanismo feito a partir de uma membrana vibratória, imãs e uma bobina de metal.
O criador da tecnologia é o físico coreano e presidente da Humdinger Wind Energy, Shawn Frayne. Junto com seus colegas, o engenheiro aeronáutico Jordânia McRae e engenheiro mecânico Dr. Kurt Kornbluth, ele desenvolveu o projeto que pretende simplificar e popularizar a energia eólica nos quatro cantos do mundo – especialmente nas regiões mais vulneráveis.
Tecnologia simples e barata
Tudo começou quando Frayne trabalhava no Haiti e percebeu que para fornecer energia limpa em uma escala global, seria necessária uma tecnologia muito mais simples e barata do que as que já existiam. Assim, ele criou um gerador de energia eólica que não utiliza turbinas e é capaz de produz um watt de eletricidade por apenas US$ 1,00.

O sistema funciona com base no fenômeno “flutter”
A geração de energia acontece a partir do fenômeno de flutter aeroelástico, ou apenas “flutter”: o gerador usa a oscilação de uma tira fina de material tensionado, preso entre duas molas, para vibrar um ímã que gera energia elétrica.
Hoje existem dois modelos do protótipo – um com de cinco centímetros de comprimento e um centímetro de altura (capaz de produzir energia para pequenos aparelhos eletrônicos), e outro com um metro de cumprimento e capaz de gerar de três a cinco watts (o suficiente para acender uma lâmpada LED, por exemplo).
Esses equipamentos ainda podem ser utilizados de forma agrupada. Um único painel de um metro quadrado formado por algumas unidades de Windcell poderá produzir até 100 watts, e com um custo de cerca de US$ 1 por watt.

Shawn Frayne, criador da tecnologia
Vantagens sobre a turbina tradicional
Por não fazer nenhum movimento brusco, ser leve, de fácil instalação e inofensivo para alguns animais, como pássaros, a tecnologia tem grande potencial para se popularizar nos grandes centros urbanos.
Seja no alto dos prédios, nas sacadas das casas ou ao longo de pontes e grandes construções, a Windbelt poderá ser uma alternativa viável para produzir energia limpa e barata nos próximos anos.
Confira no vídeo abaixo (em inglês) um depoimento do criador da tecnologia, Shawn Frayne. Além de fazer uma demonstração do experimento, ele conta como criatividade e inovação podem ser grandes aliados na busca de soluções para o grandes problemas da atualidade.
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*Via EcoDesenvolvimento.

Muito legal, gostaria de entender com detalhes o funcionamento deste equipamento e se possivel que fosse traduzida a fala do inventor.
Leko.
O conceito é básico, mais o inventor é um gênio… http://www.projeto-reciclar.blogspot.com
Meus parabéns, Shawn Frayne e equipe, o mundo precisa dessas cabeças, idéis, almas geniais, são essas mentes que são capazes de renovação ao alcance de todos, é assim que as coisas deveriam acontecer, não estão vendendo idéis, e sim, um produto, e que ainda sim, é barato.
Idéis é uma coisa que todos tem, mas falta a criatividade, que nada mais nada menos é que o produto final.
meus parabéns.
( desejar o bem para todos, é humano )
[...] Disponível em: http://blog.eco4planet.com/2010/03/empresa-desenvolve-gerador-de-energia-eolica-portatil-e-acessivel... [...]
concordo com vc daniel o mundo precisa de pesoas asim
q pensao em diminuir custos e levar energia a todos
nao somente a eles como feis um empresa q desenvolveu um painel solar muito pratico e q produz muita energia.
mas so vende para empresas =/
excelente!
Simplesmente fantástico. Simplicidade é a palavra do futuro.
Pois é, “gênio, fantástico, excelente”.
Mas o cemitério está cheio desse tipo de gente, e suas idéias mirabolantes. O gerador funciona tão bem como um eólico convencional, mas infelizmente na vida real do dia-a-dia das pessoas, precisamos ENERGIA para alimentar geladeira, TV, microondas, ar condicionado, aquecedores, etc. Esse gerador jamais será construido grande o suficiente para alimentar tais coisas. O problema é simples: Um gerador eólico convencional sozinho não fáz cócegas, é preciso diversos deles para aproveitar o deslocamento de vento na região, que nunca é constante, nunca canalisa num só local. Vento é distribuido, ora aqui, minutos depois ali. Só um array (série) de geradores eólicos conseguem alimentar e suprir energia à uma pequena região de forma consistente e considerável. Um dos maiores problemas de qualquer gerador eólico é relacionado ao sistema de rolamentos e aceleradores via engrenagens à turbina e gerador interno de energia. O processo mecânico é complexo, gera muito calor e requer engenharia mecânica de primeiro mundo e tecnologia de ponta.
Esse gerador por ressonãncia do moço funciona muito bem na bancada e em testes, já fazíamos esse experimento em Kiev em 1978, nada de novo nesse ressonador.
Ele tem um ponto falho, o material elástico do ressonador, tem que aguentar o movimento constante de ressonãncia, tem que aguentar a pressão do vento, e requer pressão considerável de vento para ressonar. Para formar um conversor de potência considerável, requer um bom tamanho da lamina ressonante, digo algo em metros para poder captar vento suficiente e transferir energia às bobinas do captador. Metros de material ressonante e flexível não oscila em alta frequência, portanto, torna o produto improdutivo.
Para ressonar em alta frequencia, a lâmina tem que ser de pequeno tamanho, e com isso a captação de energia é menor, tornando o gerador sem resultados práticos. Como a descrição diz, um painel com inumeros ressonadores, sob vento forte, pode chegar a gerar 100W, o que eu duvido. A força do vento na lâmina ressonadora, cria arrasto aerodinâmico o que exige um suporte físico considerável. Uma bateria de centenas de ressonadores exigirá um grande paredão de ressonadores, que alem de tudo requer orientação à direção do vento, portanto precisa ser pivoteado. Com pivot central e grande em dimensões, requer uma base de apôio e giro considerável, para tudo não ir abaixo no primeiro vento forte. Portanto, só a construção da base e do orientador requer investimentos que não compensam a geração da energia. Dizer $1 por Watt é fácil. Na verdade, a realidade é outra. Engenharia existe para calcular custo e produtividade. Por isso que eu disse no início, o cemitério está cheio de boas intenções, a maioria são sonhos e tentativas de tirar dinheiro de investidores. Poucas, muito poucas, realmente são práticas e viáveis financeiramente de produção.
Infelizmente o mundo é cão.
Nem tudo que reluz é ouro.
Todo dia nasce um trouxa e um espertalhão.
Vai por mim, eu sei o que estou falando.
Marcell Genedavian – São Paulo.
Brasileiro, Engenheiro Eletrônico formado na Universidade de Kiev, pós graduação em Energia Alternativa no Centro de Tecnologia de Paris, Mestrado “Energy Generation” no M.I.T. em Massachussets, Estados Unidos, estágio na usina nuclear americana (Three Mile Island) NY. Vinte e nove anos de experiência em usinas de geração e sistemas alternativos de energia, no Brasil e no Exterior. Projetos de conversores de energia por movimento de água do mar, correntes submarinas, geotérmica e captadores solares.
quem entende é outra coisa o.O
acho que realmente não seria muito útil para geração de energia em larga escala, no máximo para carregar um gadget, mas para isso já tem alguns a manivela que são bem mais simpes e qualquer um (que tenha mãos) pode operar…
Talvez um sistema semelhante que usa a corrente de um rio, ou do mar, ou sei lá, seja interessante, mas usar o vento sem chance, porque até mesmo com o ventilador do video a energia oscilou, imagine usando o vento, com certeza teria momentos sem energia alguma sendo produzida.
Oi Maciel, já penssou em acampar no meio do nada a bateria recarregavel da lanterna acabar… você poderia recaregar com um trequinho desses…