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2010
02.05
Consumo de energia bate novo recorde Máquina faz papel higiênico de folhas A4

Kassab veta proibição de sacos plásticos em São Paulo

Por: Guilherme Costa | Categoria: Economia, Legislação, Matérias, Política | Tags: economia, Legislação, Plástico, Política, poluição

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, vetou o Projeto de Lei nº 577/07, de autoria dos vereadores Gilson Barreto e Claudinho de Souza (PSDB), que obriga os estabelecimentos comerciais da capital paulista a substituírem o uso de embalagens plásticas por sacolas reutilizáveis ou “confeccionadas em materiais de fontes renováveis ou recicláveis para o acondicionamento de mercadorias adquiridas pelo consumidor”.

Preservação ambiental e redução do volume de resíduos gerados na cidade eram os principais argumentos da matéria barrada por Kassab. Recentemente, prefeituras de Sorocaba, Osasco, Jundiaí e Guarulhos decretaram o fim da utilização das sacolinhas plásticas sob a mesma justificativa. Nessas cidades, está em andamento o processo de conscientização das empresas e consumidores para a substituição das sacolas por embalagens de papel ou feitas de material biodegradável ou reciclável.

Uma das razões para o veto de Kassab ao projeto de lei nº 577, que tramitava na Câmara Municipal desde 2007, foi justamente a questão ambiental. “A questão relativa ao uso de embalagens confeccionadas com materiais oriundos de fontes renováveis necessita de estudos mais aprofundados”, diz o texto do veto.

“Não há garantia de que a substituição proposta pela mensagem resulte em prevenção, controle da poluição ambiental e proteção da qualidade do meio ambiente, uma vez que mesmo os materiais biodegradáveis geram resíduos tóxicos”, afirma ainda o texto da prefeitura.

A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, apoiada pela indústria plástica brasileira, informou que o prefeito também seguiu suas recomendações para vetar a proposta dos vereadores. A Plastivida enfatizou a importância econômica e social das sacolas plásticas que, segundo a entidade, são apontadas por 71% da população como o meio mais adequado de se carregar as compras e embalar o lixo doméstico”.

-

*Via EmbalagemMarca.

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32 comentários

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  1. Responder
    Carlos Augusto Guerra Carneiro falou: 05.02.2010 18:32

    Idiota…não sabe o que está fazendo.

  2. Responder
    Rodolfo falou: 05.02.2010 19:22

    Meu que otario que ele é, ele num pensa no mundo, só pensa no que é bom pra ele e nao pensa nos outros… concordo com o de cima ele nao sabe o q esta fazendo!

  3. Responder
    Caio falou: 05.02.2010 19:37

    Em vez de trocar sacolas plásticas por de papel ou material biodegradável, deveria ser utilizado sacolas retornáveis, feitas de pano, ou utilizar caixas de papelão (já que será jogado fora).
    Além disso, investir na educação ambiental, pois o que eu vejo de gente jogando lixo na rua na cidade de São Paulo é impressionante!

  4. Responder
    Maria falou: 05.02.2010 20:05

    É óbvio que essa PlastiMorte iria argumentar sobre “a importância econômica e social das sacolas plásticas” … Que gente irresponsável!
    Se fossem eles, os seus lobistas, o Kassab e toda essa classe sórdida que nós elegemos a cada quatro anos a terem que enfrentar os alagamentos como pessoas comuns, correndo o risco de contrair doenças e morrer, queria ver se essa lei não teria sido aprovada.

  5. Responder
    Nanee falou: 05.02.2010 20:40

    Esse FDP! Eu diria a ele “Burro, burro, burro”, como ele já foi visto dizendo aos berros por aí… Vontade de ir jogar todas as sacolas plásticas q vejo jogadas por aí poluindo no saguão da prefeitura pra ver se ele entende q o plástico e essa “plastivida” só servem à industria do petróleo, do automóvel, do consumo insustentável!
    Kassab nunca mais!

  6. Responder
    Bruno falou: 05.02.2010 21:05

    Não é só chegar e trocar as sacolas. É preciso que muitas outras coisas sejam feitas como concientização, adaptação, novas opções… Não reprovo totalmente

    • Responder
      Roberto falou: 08.02.2010 09:26

      Concordo com você sobre adaptação, mas se a proibição não vier ninguém correrá atrás da adaptação.

  7. Responder
    Rodrigo falou: 05.02.2010 21:08

    Hunf.. Que decepção.. vergonha para o Brasil… Péssima desculpa…

  8. Responder
    Khal falou: 06.02.2010 00:45

    Óbvio que ele esta ganhando alguma coisa com isso! Imbecil! Só pensa no proprio bolso e nao pensa na quantidade de lixo que essas sacolinhas geram!
    Kassab idiota!

  9. Responder
    Thiago falou: 06.02.2010 01:55

    Na minha opinião seria mais interessante então se investir na viabilidade de sacolas de plástico biodegradável, esta tecnologia ainda é mais cara porém, com o seu uso massificado por um projeto de lei por exemplo, o custo tende a diminuir e compensar economicamente.

  10. Responder
    Marília falou: 06.02.2010 03:50

    Concordo com os comentários sobre a utilização de sacolinhas “permanentes”/de alta durabilidade e também quanto ao prefeito ganhar “algo” com isto…

    Coerência…ele iniciou seu mandato com a campanha contra a poluição visual, lembram-se ? Se mantivesse a postura o mínimo esperado seria o apoio à troca das sacolinhas plásticas por embalagens que tivessem um impacto menor.

  11. Responder
    Camila Castoldi falou: 06.02.2010 09:23

    Não penso que o Prefeito esteja ganhando algo com isso ou seja “burro”. Temos que entender essa questão como algo que vai além do problema ambiental; com isso não estou negando que deva haver a preocupação com o meio ambiente. Apenas acredito que a proibição do uso de sacolas plásticas pode vir a desencadear outras preocupações, afinal as empresas de embalagens plásticas geram emprego e renda, que serão reduzidos drasticamente com a proibição. Além disso, muitas famílias substiruíram os sacos de lixo comprados no mercado por sacolas plásticas, então voltaríamos a “comprar” plástico para forrar nossas lixeiras. O ideal é que essa redução aconteça progressivamente, dando prazo para que as indústrias de embalagens plásticas desenvolvam outros produtos, estes sim com melhor resultado ecológico. Assim, preserva-se a questão ambiental e conserva-se a geração de emprego e renda promovida por essas empresas, que também são de suma importância para os municípios. Ao projeto de lei deveria se incluir artigo determinando um prazo razoável para essa exigência, permitindo que todos possam realizar essa adequação de forma a não prejudicar o mercado de materiais plásticos.

    • Responder
      Marcus Carvalho falou: 07.02.2010 11:23

      Camila, você leu o projeto de lei vetado em questão? Aqui em Guarulhos esta lei foi promulgada em janeiro de 2009 e entro em vigor em julho do mesmo ano.
      Aqui os supermercados continuam com sacolas pláticas biodegradáveis e nestas tem a informação de durabilidade do material por 180 dias até começar o processo de degradação, ao contrário das sacolas plásticas que dezenas de anos pra ocorrer o mesmo processo. Questão econômica, as pessoas continuam trabalhando e tendo renda na fabricação de “sacolas plásticas biodegradáveis”, da mesma forma que a indústria de telhas que foram proibidas de as fabricarem com “amianto” utilizam outro material sem o mesmo impacto no ambiente.
      Fora kassab, prefeito do brejão São Paulo.

      • Responder
        Camila Castoldi falou: 27.02.2010 14:15

        Acho ótimo que tenha sido dessa forma em Guarulhos, pois temos que atentar, sim, para a questão econômico-social: mater os empregos, em primeiro lugar, e permitir que as indústrias possam se readequar sem perder os investimentos realizados até então. Foi nesse sentido que me manifestei, pois nada é isolado, e as decisões devem atentar para a amplitude de suas consequencias.

    • Responder
      Carlos Alberto Rocha falou: 07.02.2010 12:12

      Oi Camila!
      A questão é: não há tempo! Ao contrário do que você pensa, a questão ambiental é prioritária, em qualquer instância. Se soluções verdadeiramente impactantes não forem adotadas em curto espaço de tempo logo a situação será tão dramática que nenhum emprego irá garantir a sobrevida de qualquer pessoa.
      Prefiro não xingar ninguém, mas, convenhamos, quem está xingando está fazendo por motivos muito claros.
      Concordo com o comentário da Maria Fernanda Banetti, abaixo.Não moro em SP. Moro em BH. Porém, por aqui também sofremos com problemas de enchentes recorrentes e não há dúvida: a sacolinha plástica tem também grande responsabilidade sobre esse passivo ambiental. Elas, as embalagens PET, mais todo o lixo que é disposto de maneira inadequada pelas pessoas, entopem sim as bocas de lobo e obstruem galerias. Isso, só pra falar no problema das enchentes.

      Para diminuir a necessidade de qualquer tipo de embalagem plástica pra acondicionamento do lixo o correto é intensificar a reciclagem e a reutilização de objetos, ao máximo possível, promover ao máximo a compostagem, em todos os níveis de coleta (urbana, rural, condominial, empresarial ou individual), frear o consumismo inconsequente e desenvolver novas tecnologias de produtos, que exijam menos embalagens, que tenham durabilidade maior e que estejam em harmonia com o meio ambiente, no momento da necessidade de descarte.

      Ou seja: já passou da hora de colocar um fim nas sacolinhas plásticas e promover o uso de sacolas duráveis.

      Se isso fosse feito na maior cidade do país, uma das maiores do planeta, certamente o impacto positivo seria imenso e exemplar para todo o país.

      O Sr. Kassab perdeu uma excelente oportunidade de atuar de acordo com as obrigações inerentes ao cargo que ocupa.

      • Responder
        Camila Castoldi falou: 07.02.2010 17:41

        Oi Carlos! Concordo que é um problema urgente. Porém, não é apenas a substituição das sacolas plásticas que irá resolver a questão.
        A educação ambiental ainda é muito precária, e deveria ser o primeiro ponto a ser atacado; não haveria necessidade de uma lei proibitiva se as pessoas tomassem a iniciativa de irem aos mercados, por exemplo, levando sacolas de tecido, as famosas ecobags.
        Ou seja, há muito a ser feito, mas não adianta agir de forma desordenada.
        No início do ano tivemos problemas de alagamento no município onde resido, pois as pessoas continuam jogando lixo nas encostas dos rios; porém o que foi encontrado lá não foram só sacolas plásticas, mas até móveis!!! Então deveríamos proibir a venda de sofás? Infelizmente, mais uma vez, caímos no problema de investimento em educação. E educação não é apenas enfrentar o analfabetismo. Precisamo de qualidade!
        O problema é que todos, e isso nos inclui, só damos atenção ao tema quando passamos por situações-limite.
        Abraço.

  12. Responder
    augusto falou: 06.02.2010 10:42

    Será que rolou uma bolinha da industria de plasticos?
    hauhauha
    esse Kassab é um dos piores prefeitos que eu ja vi em São Paulo…é vergonhoso.

  13. Responder
    Fernando falou: 06.02.2010 11:15

    Se a tal Plastivida é apoiada pela indústria plástica brasileira, não precisa falar mais nada… É o lobby forte dos grandes se sobrepondo ao interesse público coletivo. E o prefeito, que deveria representar o interesse do povo, se corrompe e perde uma ótima oportunidade de legislar a favor das presentes e futuras gerações…

  14. Responder
    Raquel falou: 06.02.2010 11:40

    Calma, gente…
    Deixa ele!

    Ele sabe o que fa$.

    PS: Sim, esse cifrão foi de propósito. ¬¬”

  15. Responder
    Maria Fernanda Bonetti falou: 06.02.2010 12:13

    Todos que foram contra o projeto de lei da proibição das sacolas plásticas deveriam pensar (se é que algum deles consegue fazer isso) um pouco mais nas catástrofes que vem acontecendo. É muito fácil, só olhar a situação de $ão Paulo a cada chuva! A troca de sacolas plásticas por sacolas “verdes” já é utilizado em muitos locais e com sucesso. Pra que utilizar várias sacolinhas para embalar o lixo, se podemos colocar tudo dentro de um saco de lixo grande? Aliás, se todos separessem lixo para reciclagem, menos lixo seria gerado! É prefeito, espero que sua casa seja em um lugar bem alto da cidade!!!

  16. Responder
    Luciana falou: 06.02.2010 16:03

    Copiam tanta coisa idiota por aí! Basta ir para Alemanha, República Tcheka (nas menores cidades) e copiar o sistema deles. Acaba com a sacolinha gratuita! Faz com que o consumidor pague caso queira se utilizar delas! Pronto! Quero ver quem não vai querer economizar um pouquinho trazendo sacolas de casa! Além disso tem a sugestão do plástico biodegradável, conforme os colegas acima! Não estão pensando no bem estar da natureza, nem nas pessoas que moram na cidade… O problema é que, com essas decisões, vão levar todos pro buraco conforme a natrueza resolve cobrar a sua parte!

  17. Responder
    Castel Romero falou: 06.02.2010 16:36

    Realmente, Cassab está longe de ser um ambientalista. Que tal criar uma comissão ambiental para a cidade de São Paulo, com participação da sociedade civil, movimentos populares, secretarias municipais, universidades, etc, para prevenir em vez de remediar?Imaginem que 7% da população mundial é responsável por 50% do caos ambiental do planeta.
    Castel Romero

  18. Responder
    Andreza falou: 06.02.2010 16:39

    É por isso que o Brasil não evolui…

  19. Responder
    Rebeca falou: 06.02.2010 17:50

    Ele sabe o que fa$, realmente.

  20. Responder
    Brenner falou: 06.02.2010 19:59

    Prefeito BURRO.

    Tenho vergonha de morar em São Paulo..não vejo respeito.

    E agora também estão acabando com o interior construindo mais e mais…Gente gananciosa e imbecil.

  21. Responder
    Giovani falou: 07.02.2010 08:49

    Plástico biodegradável mesmo é aquele feito de amido de milho ou outros vegetais, os demais são tudo enganação porque estes plásticos principlamente os oxiredutores não são totalmente degradados gerando apenas resíduos menores mais fáceis ainda de serem ingeridos por outros animais , agravando mais o problema, o ideal seria sim retirar as malditas sacolas e incentivar o uso de retornáveis. Realmente é triste em saber que foi vetado uma lei que poderia dar bons frutos.

  22. Responder
    Willian falou: 07.02.2010 11:01

    Kassab,

    Vc errou feio nessa….caiu uito no meu conceito cara!

  23. Responder
    Mariana falou: 07.02.2010 17:21

    É obvio que questões políticas estão envolvidas na decisão, assim como é obvio que ao dizer que “as sacolas plásticas são a melhor forma de embalar o lixo”, a empresa alega seu atestado de incompetencia e falta de comprometimento com a população, uma vez que colocar lixo em sacolas que permanecerão por séculos no aterro sanitário é um abuso ambiental.
    Essa decisão pode ser traduzida em: se você se preocupa com o meio ambiente, já sabe em quem não votar nas próximas eleições.

  24. Responder
    Bráulio Silva falou: 07.02.2010 21:54

    Eu tenho a minha sacola retornável. É pouco mas, é alguma coisa!!

    • Responder
      Roberto falou: 08.02.2010 09:31

      Somos dois! Eu faço minha parte.

  25. Responder
    Marcelo Barbosa de Souza falou: 08.02.2010 10:46

    A proibição das sacolinhas causariam um caos ás pessoas que trabalham no setor prasticidas.
    Porém muitos outros inclusive o planeta seriam beneficiados com a concientizaçao da poluiçao do meio ambiente!
    O planeta é a nossa morada, se n cuidar-mos…ate onde nossa morada chegará? quanto tempo ela resistirá aos nossos atos de inresponsabilidade?
    São questões que deverão ser refletidos por todos!

    não sou a favor da proibição das sacolinhas, e sim a favor da concientizaçao humana.

  26. Responder
    Eduardo Van Roost falou: 10.02.2010 11:19

    Peço sua autorização para inserir as informações abaixo que podem ser de alguma valia. Obrigado.
    Plásticos oxi-biodegradáveis são normalmente testados segundo a ASTM D6954-04 – Guia Padrão de Exposição e Testes de Plásticos – que degradam no meio ambiente por combinação de Oxidação e Biodegradação.
    Os testes de acordo com a ASTM D6954-04 informam à indústria e aos consumidores o que eles precisam saber – se o plástico é (a) degradável (b) biodegradável e (c) não eco-tóxico.
    Por: Gerald Scott, Professor Emeritus of Polymer Science at Aston University, UK; chairman of the BSI Committee on Biodegradability of Plastics; and chairman of the Scientific Advisory Board of the Oxo-biodegradable Plastics Association
    Fonte: http://www.packagingtoday.co.uk:80/story.asp?sectioncode=42&storycode=60706&c=3
    Outras informações sobre o assunto:
    http://www.rapra.net/consultancy/biodegradable-plastic.asp

    Enquanto isso, plásticos convencionais que não atendem nenhuma norma que ateste degradação, biodegradação e não eco-toxicidade são permitidos. Só queria entender…

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