11.15

Os “ecotáxi’s” começaram a ser testados na última semana no campus da UFPA/Foto: Adauto Rodrigues
Uma parceria entre a Universidade Federal do Pará (UFPA), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) do Pará e a Igreja da Assembleia de Deus, mostrou que é possível reintegrar jovens em situações de risco ao mesmo tempo em que estimula a economia, fornece um serviço à sociedade e estimula o transporte verde. Trata-se do “Ecotáxi”, uma bicicleta adaptada que fará o transporte rápido dos alunos dentro do campus da UFPA.
O triciclo adaptado possui até cobertura para evitar a exposição dos passageiros ao sol. Confeccionadas por jovens em situação de risco atendidos pela Assembleia de Deus, as bicicletas estarão disponíveis a partir de 2010, quando o serviço estará em pleno funcionamento. A intenção é retirar esses jovens da situação de risco social, inserindo-os na cooperativa de Ecotáxis e fortalecendo a comunidade local.
A previsão é de que 50 Ecotáxi estejam a serviço da população até lá. O projeto prevê ainda a aquisição de motos que utilizam baterias recarregáveis ao invés de combustíveis fósseis. “Onde houver possibilidade, pretendemos diminuir o uso dos veículos automotores”, afirmou em entrevista ao Diário do Pará o secretário municipal de Meio Ambiente, José Carlos Lima.
As pessoas poderão pedalar dentro do espaço universitário e deixarão o triciclo na saída. O serviço será disponibilizado em vários pontos e funcionará através de aluguel pago por um determinado período de tempo, estimado em cerca de duas horas. O valor do serviço ainda não foi informado.
“O transporte aqui dentro (da UFPA) é um pouco precário e a espera pelo ônibus sempre é longa. Assim, as bicicletas podem contribuir dos dois lados: fazendo o deslocamento mais rápido e inserindo na sociedade esse novo conceito de transporte”, afirmou o pastor Ivaldo Marques, idealizador do projeto.
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*Via EcoDesenvolvimento.

Muito interessante esse meio de transporte, deveria existir em outros locais, assim poluiríamos menos o planeta. Mas, é necessário incentivo e investimento do governo p/ que esse tipo de transporte seja utilizado por todos. Gostaria de ir ao meu trabalho de bicicleta, já conversei c/ amigos a respeito, mas não quero correr o risco de morrer atropelada, pq não há ciclovias na minha região (ABC paulista). Se houvesse c/ certeza mtos adeririam a esse novo meio. O problema é a velocidade que ficaria bem abaixo em relação a carros e motos além da queixa de mtos que chegariam ao local de trabalho suados.
Oi, Rosi bom dia.
Amei a sua idéia de ir de bicicleta ao serviço.
Tenho certeza que os moradores do (ABC) também acham a sua idéia interessante.
Se me permiti posso dar uma dica, converse com os moradores e façam uma mobilização para que o governo local saiba da real importância de criar uma ciclovia, não só para as pessoas que querem e tem o direito de ir ao trabalho de bicicleta, mas inclua as crianças e os idosos que também utilizam desse transporte.
Não haverá o risco de serem atropelados e a qualidade de vida será bem melhor, pois quem não gosta de dar uma volta de bicicleta nos finais de semana.
Lógico que a ciclovia não é apenas para finais de semana.
Em São José dos Campos os bairros principais tem ciclovia e direto tem pessoas fazendo uso delas.
E-mail: anderson-etec@hotmail.com
Essa atitude de se criar esse transporte ecológico e solidário é muito interessnate do ponto de vista poluição zero – se for possível – e resgatar a cidadania dessas pessoas em situação de risco.
É de vitla importância que esse tipo de atitude seje adotada por todos, sempre vou para a ESCOLA a pé pois além de fazer uma caminhada não é necessário fazer uso de veículo automotor; reduzindo a emissão de poluentes e além de fazer bem para a saúde, sei que o suor incomoda as pessoas, mas eu vou bem devagar para não suar tanto.
Gostaria que os nossos representantes olhassem com carinho essa idéia e incentivasse.
Uma idéia o governo pode reduzir os impostos para as bicicletas – não sei se já o faz – mas é uma ótima idéia.
Outra maneira de tentar reduzir a emissão de poluentes é adotar a carona solidária:
Se os trabalhadores moram perto um dos outros e o seu itinerário para o serviço é parecido é aconselhável que haja um revesamento, assim diminuindo a quantidade de carros na rua, resultado:
1) menos poluição.
2) menos estresse.
3) e mais calor humano, pois o ser humano está se fechando dentro de si e esquecendo do seu semelhante.
E muitas outras vantagens que todos já sabemos, por favor adotem isso e divulguem essa idéia.
e-mail:anderson-etec@hotmail.com
TUK TUK
Bacana a idéia desse transporte, já mto utilizado em países do oriente e no méxico… menos pela ‘consciencia ambiental’ do que pela necessidade de baixo custo. Ainda parece degradante a situação daquele que conduzirá esse veiculo ao longo do dia, tendo em vista que os passageiros sao protegidos pelo sol/chuva, enquanto o condutor (aquele que de verdade estará pagando pelo esforço e ‘economia’) permanece sob efeito das interpéries. Idéias a se refinarem talvez.
Sobre o ir para o trabalho de bicicleta/a pé, é sempre positivo pensar nas inumeras vantagens de se optar por esses meios de locomoção, na escala individual e coletiva. Assim, como já sugeriu o Anderson, é essencial também que esses grupos que tem um interesse comum se manifestem ao poder publico e demais instancias representativas para reivindicar melhores condições (ou mesmo criação) para tais vias, seja a presença de ciclovias/ciclofaixas (assim como campanhas para sua conscientizaçao de uso) como melhor qualidade para as vias de circulação de pedestres, que são concebidas sem muito criterio ou fiscalização, o que resulta em degraus, buracos, pisos escorregadios, faixas estreitas, ausencia de sombra, etc etc, nas calçadas brasil a fora.
Ah é! Optar por ir a pé ou de bicicleta ao trabalho tb abre espaço para que, se ainda não há, sejam feitos vestiarios para evitar esse ‘incoveniente’ do suor.
[...] This post was mentioned on Twitter by Marcia Bispo, Sílvia Espeschit and Tiago Azevedo, Jaqueline Harumi. Jaqueline Harumi said: Adoro! RT @eco4planet: Universidade testa sistema de transporte limpo dentro do campus – http://is.gd/4VtO5 [...]
Agora gostei, divulgando projetos nacionais! Bacana o projeto, mas acho que o protetor contra o sol deveria cobrir o “motorista” do ecotaxi, afinal ele passará o dia todo nele.
Abraços
Não sou a favor de se usar veículos com tração animal, principalmente se o animal for um humano. Acho que deveria criar um sistema de empréstimos/aluguel de bicicletas dentro do campos, sendo que cada prédio do mesmo teria um responsável por receber e guardar as bikes lá. Esses responsáveis seriam os “resgatados” das situações de risco, que terminariam seu turno de serviço dando manutenção nas bicicletas.
Isso traria um beneficio social muito maior, já que essas pessoas receberiam um treinamento para fazê-lo, e ainda poderiam, após estabilizados socialmente, trabalhar por conta própria na manutenção de bikes, além de não ficarem ralando no Sol para conforto de alguns preguiçosos que não querem pedalar.
Acho interessante também o investimento nos veículos eléctricos citados também na reportagem.
Corrigindo: …ralando ao Sol para o conforto de…
não seria mais facil se os ALUNOS andassem de bicicleta?? pra que um pião pedalando se eles tem pernas?? ta pensando que aqui é o japão.
Foi exatamente o que pensei…
Uma solução pra São Paulo, só falta a população se unir e exigir, aqui quase não vejo ciclovias, infelizmente tudo é feito pra carros e caminhões, um exemplo, asfaltaram uma rua aqui perto de casa que era toda de “paralelepipedos” (acho que é assim que se escreve), enquanto asfaltavam as calçadas estavam intransitáveis e após as obras elas estão péssimas. São Paulo precisa de Ciclovias e calçadas melhores!
…ah! só finalizando. É muito difícil mudanças em maior escala em São Paulo, já que o carro não é simplesmente um meio de transporte e sim símbolo de status. Se conheço muitos estudantes de biologia que não andam de transporte público, não usam bicicleta e raramente deixam o carro em casa, não quero imaginar como são os hábitos de pessoas que fazem cursos que não visam a melhora do ecosistema por completo.