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O ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) conversa com Dilma Roussef (Casa Civil), observado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva/Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
O governo brasileiro assumiu o compromisso voluntário de reduzir a emissão de gases de efeito estufa em 36,1% a 38,9% até 2020. O anúncio da decisão foi feito pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, na tarde de sexta-feira, 13 de novembro, e significa que o país tentará conter a alta dos níveis de dióxido de carbono (CO2) na próxima década, ao levar em conta o cálculo do que as tendências indicarem. Com a medida, o Brasil não chegará a fixar uma meta compulsória na 15ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), em dezembro, na Dinamarca.
Com a proposta voluntária de redução, o governo pretende que o país deixe entre 975 e 1062 milhões de toneladas de gás carbônico na próxima década. Também participaram da reunião, que durou 1h45, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ministros Carlos Minc (Meio Ambiente), Sergio Rezende (Ciência e Tecnologia), Franklin Martins (Comunicação Social), Antônio Patriota (interino do Ministério das Relações Exteriores), Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética, e Luiz Pingueli Rosa, coordenador-geral do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas.
Em suma, o Brasil tentará conter uma tendência de crescimento das emissões, ao adotar medidas capazes de amenizar os problemas ambientais e socioeconômicos que seriam causados, caso o governo não se comprometesse com nenhum objetivo nesse sentido. Sobre esse ponto, Dilma foi enfática ao adiantar que a delegação brasileira na COP-15 não vai aceitar, sob hipótese alguma, pressões para que o país incorpore metas compulsórias, a exemplo do que se reivindica acerca das nações desenvolvidas.

Governo espera que metade dos cortes nas emissões venha da redução do desmatamento/Foto: leoffreitas
“Não estamos falando em metas porque metas é para países do Anexo 1 [do Protocolo de Kyoto]. Países em desenvolvimento não têm metas. O que nós temos é compromisso voluntário de redução, porque nós não somos iguais aos países desenvolvidos”, afirmou a ministra, no início da semana. Todavia, o comprometimento voluntário do Brasil será apresentado em Copenhague, assim como a proposta de reduzir o desmatamento da Amazônia em 80% até 2020.
De onde vem?
Mas a pergunta que se faz depois desse anúncio é a seguinte: como será possível arcar com tal compromisso, mesmo que este seja voluntário? Segundo o governo, metade da taxa anunciada deve ser oriunda da própria diminuição do desmatamento (cerca de 560 milhões de toneladas de gases-estufa). A redução de 40% do desmate na região do Cerrado também será pretendida. Já a outra viria dos setores que mais poluem, como a siderurgia e a agropecuária, além do resultado das iniciativas que buscam investir em energias renováveis.
Segundo Dilma, o dinheiro para que o país cumpra o seu compromisso voluntário virá do próprio governo federal, que também espera contar com recursos de instituições internacionais, dos governos estaduais e da iniciativa privada.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil emitiria 2,7 bilhões de toneladas de CO2 em 2020, caso não tomasse nenhuma providência para desacelerar esse processo. Já com a redução de cerca de 40% das emissões, a quantidade despejada na atmosfera deverá ser de 1,62 bilhão de toneladas, segundo a projeção.
O inventário anual de emissões do Brasil só deve ser atualizado em 2010, mas um estudo divulgado recentemente pelo pesquisador Carlos Cerri, da Universidade de São Paulo (USP), projetou que o país emitiu algo em torno de 2 bilhões de toneladas de gases causadores de efeito estufa em 2005.
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*Via EcoDesenvolvimento.

Esse compromisso voluntário que o nosso país assumiu, é de vital importância não só para o Brasil como país, mas sim como uma nação que está comprometida com o seu meio ambiente como um todo.
Esse comprometimento desse ser geral de todos os setores que devem incluir isso como um potêncial para que possamos ter uma melhor perspectiva em relação ao futuro e por que não dizer do nosso presente.
A nossa querida Ministra Dilma, é uma brasileira digna de falar – somos brasileiros e não desistimos nunca.
Com esse compromisso temos que ter como primissa básica a realização de estudos que possam apontar quais serão as principais medidas a serem tomadas.
Tenho certeza absoluta que toda a sociedade brasileira se for orientada da real importância dessa iniciativa irão se engajar para contribuir para a redução de gases, ou de qualquer outro produto que possa a vir a reduzir não só o efeito estufa como a poluição em geral.
Nós pessoas comuns temos que fazer a nossa parte:
1- Não fazer queimadas.
2- Regular os veículos automotores – todos.
3- Adotar os 3 Rs: Reduzir, Reutilizar, Reciclar e também de divulgar essa idéia.
Faço minhas as palavras de Anderson. Temos, cada um de nós, que olhar para o nosso dia-a-dia de forma crítica, e começar por REDUZIR. Mudanças de hábitos normalmente são difíceis, mas tem que ser nosso compromisso. O Governo não faz nada sem o empenho de seu Povo.
Queria saber quando vai ter caminhões para lixo reciclado? Sim porque eu disse aos rapazes que recolhem o lixo:-De que adianta eu e todos separarem o lixo se na hora de recolher irão para um só caminhão,e,para um aterro de lixão e a POLUIÇÃO CONTINUA. E aí como é que isso pode ser resolvido? Não só eu quero saber mais creio que o BRASIL inteiro. Espero que tomem providências. Muito grata desde já.