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As metas pretendem reduzir as emissões pela metade até 2050/Foto: Andy Ryan
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), que engloba 230 companhias e 93% de todo o tráfego aéreo mundial, reforçou nessa sexta-feira, 23 de outubro, o seu apelo para uma abordagem setorial global capaz de lidar com as emissões de poluentes geradas pela indústria da aviação. As ações serão lideradas pela Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) e terão como metas melhorar a eficiência energética em 1.5% até 2020, estabilizar as emissões de carbono a partir de 2020 e cortar as emissões pela metade até 2050, com base nos índices de 2005.
“Nós precisamos de uma solução mundial que englobe toda a aviação – incorporando as diferentes situações das companhias aéreas de nações desenvolvidas e em desenvolvimento”, afirmou o Diretor Geral e CEO da IATA, Giovanni Bisignani.
O anúncio foi feito durante um evento realizado pelo Instituto de Energia e Recursos (TERI) e pelo IATA no dia 10 de outubro. Bisignani ainda lembrou que o debate é particularmente importante por incentivar o princípio das responsabilidades globais, mas com ações individuais diferenciadas, em que se alicerça a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima – em fase de preparação para o COP-15.
Em uma recente Reunião de Alto Nível sobre Aviação e as Alterações Climáticas realizada pelo OACI, governantes presentes concordaram em desenvolver uma aproximação setorial global que adotará medidas como a contabilização das emissões em um nível global, e não estadual, transformação da aviação uma área totalmente responsável através do pagamento único de suas emissões e facilitação do acesso global ao mercado de carbono, ao menos enquanto a tecnologia não for suficiente para solucionar totalmente o problema das emissões.
Para atingir as metas, o setor tem investido no uso de biocombustíveis – tido como uma das alternativas mais promissoras para resolver a questão. Quatro testes foram realizados utilizando esse tipo de combustível e obtiveram resultados positivos, tanto do ponto de vista técnico como de segurança. “Três anos atrás, a sustentabilidade dos biocombustíveis era um sonho. Agora esperamos a certificação para, no mais tardar, 2011”, disse Bisignani.
Em um encontro com o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, Bisignani apresentou as estratégias e metas do setor e recebeu o apoio da instituição. Ban Ki-moon comentou o comprometimento da indústria da aviação em contribuir com a redução do aquecimento global e reforçou a importância de transformas as idéias em ações práticas. Os setores da aviação e do transporte marítimo são atuais grandes emissores de gases do efeito estufa.
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*Via EcoDesenvolvimento.


Já é um começo…
e que tal parar de desmatar?
eraldonaz
por que esse pessoal gosta tando de fazer combustível de comida????
eles precisam perceber que comida são para seres vivos, não combustível para as máquinas.
é prevista uma dificuldade na produção nos próximos anos, e ninguém parece se importar (ninguém das gigantes) com isso, querem apenas fazer combustível, quero ver eles se alimentarem de biocombustível!
uma pequena parte do investimento que fazem para extrair petroleo em lugares profundos e em pesquisas de biocombustível seria muito mais útil (e provavelmente rentável e eficiente) se fossem aplicados em projetos de energia limpa, como a eolica, solar e outras.
Acredito que não o fazem pelo simples fato que não da para exportar barris de energia eolica ou solar, só barris de combustível…
pelo visto, terei que plantar soja na minha casa para não passar fome…
muitoo lokoo isso !!